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Resenha: Planeta Brutal

Título: Planeta Brutal
Autor: Raphael Miguel
Editora: Coerência
Páginas: 302
Ano: 2017

Livro recebido em parceria com o autor Raphael Miguel

Oi, pessoal! Estou aqui hoje para falar do quarto livro solo do querido autor Raphael Miguel: Planeta Brutal.

Planeta Brutal é uma distopia que narra a história do Planeta Terra após o evento apocalíptico conhecido como Primeiro Dia. Neste evento, grande parte da população humana, animal e vegetal foi dizimada. O que restou foi um planeta desértico, perigoso, caótico e brutal.

Nesta nova realidade, ninguém é totalmente confiável e o que vale são as Leis da Sede e da Sobrevivência. A primeira garante absolvição àqueles que matarem para sobreviver, se alimentando da vítima. A segunda garante liberdade àqueles que matarem para se defender, em legítima defesa.

É neste mundo cruel que conhecemos Kaiara e seu pequeno filho, Diel. Viúva de um lider de um clã massacrado, seus únicos objetivos na vida são proteger seu filho e vingar a morte do seu marido e do povo do seu clã.

Os eventos que culminaram no Primeiro Dia assolaram a face do Planeta Terra. Com a população reduzida drasticamente e com os efeitos das extinções de espécies e do aquecimento global, os sobreviventes tiveram que se adaptar a uma nova realidade... uma realidade feia, cruel, visceral, BRUTAL.
Em meio ao caos, após ter vivenciado o lado mais horrendo dos remanescentes, uma mulher leva seu pequeno filho pelo deserto sem fim na intenção de encontrar um lugar melhor para sobreviver, mas o perigo espreita pelos cantos e cada passo pode ser mortal.
Com um ritmo alucinante, “Planeta Brutal” irá te levar a um mundo caótico, com uma trama repleta de reviravoltas através de personagens fortes e marcantes que não têm limites para alcançar seus objetivos.


Em sua jornada, encontra Judah, um arenoso - espécie que pode passar grande período sem água e que restaura suas forças "bebendo" aquáticos, outra espécie deste novo mundo.

Judah é um ser vil, cruel, dissimulado e sem compaixão. Os dois entravam uma luta mortal, mas as circunstâncias do destino os tornam aliados inusitados.

Em suas andanças, são levados até o clã Rosa do Deserto, um lugar feliz e próspero, que vive sob a liderança de Jix, um homem implacável e, por vezes, cabeça dura.

Judah é um personagem que a princípio traz muita antipatia. Seu jeito grosseiro e mal educado por vezes me fez detestá-lo. Entretanto, seu crescimento ao longo do livro transformou-o em uma criatura admirável. Mesmo que seu instinto e falta de educação permanecessem.

Já Kaiara, é uma guerreira destemida e obstinada, capaz de tudo para alcançar seus objetivos, mesmo que estes não sejam assim tão nobres. Capaz de tudo mesmo. Sua sede de vingança a deixa cega e a faz cometer atos odiosos. Uma pena.

Primeiras Impressões: Planeta Brutal

Título: Planeta Brutal
Autor: Raphael Miguel
Editora: Coerência
Ano: 2017


Olá, leitores! Hoje trago as primeiras impressões de um dos livros mais aguardados do ano: Planeta Brutal, do autor Raphael Miguel, lançado pela Editora Coerência.

O livro é uma distopia que se passa em um cenário pós apocalíptico tal qual seu nome: Brutal.

Nos capítulos que recebi para fazer essas primeiras impressões, pude ler sobre como aconteceu todo o fenômeno de destruição que deixou o Planeta Terra no estado atual: a Terra era normal, como é hoje para nós, mas o superaquecimento provocou a destruição do planeta, de boa parte da humanidade, e ainda causou mutações em alguns humanos.

Existem dois grupos definidos no livro: os clãs, que procuram viver em harmonia uns com os outros e com a natureza, e os Bandos da Discórdia, compostos por pessoas sem caráter que destroem e matam tudo e todos. Existem ainda alguns solitários, mas não foram muito explorados nos capítulos recebidos.

Acompanhei uma parte do trajeto de três personagens, cujos nomes não foram revelados. Uma mãe e seu filho, caminhando sozinhos pelas terras áridas, em busca de lugares seguros para pernoitar; e um arenoso, um "mutante" sobrevivente de terras áridas que pode ficar longos períodos sem beber água.
 
CuraLeitura . 2017 | Layout feito por Adália Sá e modificado por Thaiane Barbosa