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Resenha: O Garoto que Tinha Asas

Título: O Garoto que Tinha Asas
Série: Trilogia Encantados #2
Autora: Raiza Varella
Editora: Pandorga
Páginas: 510
Ano: 2016

Oi, pessoal! Estou de volta com a resenha de O Garoto que Tinha Asas, segundo volume da Trilogia Encantados.

O Garoto que Tinha Asas narra a história de Augusto, mais conhecido como Monstro, irmão mais velho da Bárbara (de O Garoto dos Olhos Azuis), e da Anna, a garota sem nome.

Anna vive fugindo de alguém e tem regras pra sobreviver. Quando seu último esconderijo é descoberto ela tem que por o pé na estrada novamente e, em meio a uma perseguição, seu inimigo provoca um acidente, que poderá custar a vida de Anna.

Augusto, que vinha logo atrás e assistiu tudo, presta socorro para a garota e chama uma ambulância. Mas ela, em um momento de desespero, lhe faz um pedido inusitado: cuide da minha vida, e não envolva a polícia. No calor do momento ele acaba lhe prometendo, mas se arrepende logo depois quando descobre que a "vida" dela é um garotinho assustado sentado no banco de trás do carro.

Agora, movido pela promessa, ele terá que cuidar do pirralho e ainda fazer de tudo pra que a garota sobreviva ao acidente e o tire dessa enrascada, porque a história toda não cheira nada bem.

Resenha: O Garoto dos Olhos Azuis

Título: O Garoto dos Olhos Azuis
Série: Trilogia Encantados #1
Autora: Raiza Varella
Editora: Pandorga
Páginas: 376
Ano: 2016

Oi, pessoal! Quem tem acompanhado o blog deve ter visto que eu li as duas versões de Caçadora de Estrelas, da Raiza Varella, de forma consecutiva. Sendo assim, resolvi ler outros livros da autora, que por sinal estavam na minha lista de desejados há bastante tempo.

O Garoto dos Olhos Azuis narra a história da Bárbara, que após ser largada no altar pelo noivo e trocada pela melhor amiga, resolve voltar pra sua cidade natal e vai morar com os dois irmãos e os dois amigos deles.

Os irmãos da Babi, Augusto e Gustavo, são superprotetores e ciumentos. Os dois, juntamente com seus amigos e companheiros de apê, Bernardo e Ian, são bem mulherengos também. O Augusto e o Ian são médicos, o Gustavo é engenheiro e o Bernardo é delegado. A Babi é advogata.

A Bárbara tá numa fossa tão grande que o Ian, condoído, pede ajuda da irmã dele, a Vivian, pra ajudar a Babi. Assim nasce uma amizade muito linda entre as duas.

O Ian é super mal humorado e tá sempre gritando com a Bárbara, principalmente quando ela come seu sorvete de café. Mas aos poucos os laços entre eles vão se estreitando e um sentimento muito forte surge.

Mas será que o amor deles será capaz de suportar a maior das provações quando a Bárbara descobre que está grávida do ex?

Resenha: Sol e Sonhos em Copacabana

Sol e Sonhos Em CopacabanaTítulo: Sol e Sonhos em Copacabana 
Autor: Aliel Paione 
Editora: PandorgA 
Páginas: 384 
Ano: 2017 

Livro recebido em parceria com a LC Agência de Comunicações 

Sol e Sonhos em Copacabana é um romance que se passa no início do século XX, entre os anos de 1901 e 1918. Ele narra a história de Jean-Jacques, um francês que vem para o Rio de Janeiro para trabalhar na embaixada econômica francesa e é um poeta, um artista, um amante da vida e das coisas belas. 

Jean-Jacques Chermont Vernier, jovem diplomata francês, chega ao Rio de Janeiro durante o governo Campos Sales, em 1900. Vem ao Brasil para trabalhar na embaixada Francesa como consultor econômico. Descendente de tradicional família de diplomatas, pertencentes à nobreza francesa, Jean-Jacques é induzido à carreira diplomática pela insistência de sua mãe, a condessa De Chermont. Jovem idealista e romântico, Jean-Jacques sente-se decepcionado ao deparar-se com a aridez do seu trabalho, que confronta sua personalidade sensível e boêmia, ou sua maneira de encarar a vida.
Jean-Jacques conhece, no cabaré Mère Louise, em Copacabana, uma mulher lindíssima, Verônica, e é dominado por uma paixão avassaladora. Verônica é uma tirana de corações, capaz levar um homem do céu ao inferno com a mesma facilidade com que as folhas secas são sopradas pelo vento. Ele é correspondido, então iniciam um romance que, para Jean-Jacques, significa a plenitude de sua sensibilidade amorosa e estética. Porém, ela é amante de um respeitável senador da república, o senador José Fernandes Alves de Mendonça, que trabalha com o ministro da fazenda de Campos Sales, Joaquim Murtinho, nas negociações do Funding Loan. Tem-se, então, um triângulo amoroso de consequências e desdobramentos surpreendentes. Durante a narrativa, são efetuadas análises críticas históricas sobre a vida política e econômica do Brasil pertinentes à república velha, conexões que se estendem à época contemporânea.
O cabaré Mère Louise realmente existiu na época e local descritos. 

Jean-Jacques é aquele tipo de pessoa simpática, simples e que encanta a todos com sua visão da vida e da forma de viver. Faz amigos facilmente e se torna muito amigo de Euzébio, um condutor de carros/charretes, que o leva aos lugares. 

Em uma noite de domingo, Jean-Jacques visita o famoso cabaré Mère Louise e lá conhece Verônica, por quem se apaixona perdidamente. Verônica, apesar de corresponder à paixão, é dependente financeiramente do amante, o senador Mendonça, que dá a ela e a sua mãe uma vida de luxo e conforto.

Verônica é jovem e, apesar de apaixonada por Jean-Jacques, não sabe como proceder, pois ele a pede em casamento e a convida a ir morar na França. Entre encontros escondidos do senador e ajudados por Madame Ledoux – a francesa gerente do cabaré –, o casal decide passar uma temporada na França, longe de todo esse conflito.

Um dia antes da data da viagem, Verônica conta para Jean-Jacques que está grávida e dá a ele um anel de ouro que pertenceu a seu pai, o Barão Gomes Carvalhosa. 

No dia e hora marcados para embarcarem, Verônica não aparece. Foi para São Paulo com sua mãe pela manhã. Jean-Jacques volta para a França desolado e lá permanece até 1918, quando recebe uma carta convidando-o a retornar ao Brasil e reencontrar o seu passado. A carta foi enviada por Henriette, que se diz sua filha e quer conhece-lo.

Resenha: As coisas não são bem assim

Título: As coisas não são bem assim
Autora: Renata R. Corrêa
Editora: Pandorga
Páginas: 134
Ano: 2017





Livro cedido pela autora para resenha






Sinopse: Clarice , uma jovem estudante de medicina, perde seu namorado, que acreditava ser o grande amor da sua vida, às vésperas de formatura, após sofrerem um grave acidente de carro. Morre com Guilherme um pouco da alegria de viver de Clarice, da sua esperança e do seu futuro. Depois de mais de um ano do falecimento de seu amado, o destino coloca na vida de Clarice, Henrique, um jovem advogado viúvo e pai de Duda, uma menininha loira, muito esperta e amorosa. Envolvidos por um sentimento sincero, terão que enfrentar grandes dificuldades e um sofrimento inesperado. É uma bonita e delicada história sobre recomeço, fé, esperança e sobre o poder do amor.

Primeiras Impressões: As Coisas Não São Bem Assim

Título: As coisas não são bem assim
Autora: Renata R. Corrêa
Editora: Pandorga
Páginas: 134
Ano: 2017




Primeiros capítulos cedido pela autora







Sinopse: Clarice , uma jovem estudante de medicina, perde seu namorado, que acreditava ser o grande amor da sua vida, às vésperas de formatura, após sofrerem um grave acidente de carro. Morre com Guilherme um pouco da alegria de viver de Clarice, da sua esperança e do seu futuro. Depois de mais de um ano do falecimento de seu amado, o destino coloca na vida de Clarice, Henrique, um jovem advogado viúvo e pai de Duda, uma menininha loira, muito esperta e amorosa. Envolvidos por um sentimento sincero, terão que enfrentar grandes dificuldades e um sofrimento inesperado. É uma bonita e delicada história sobre recomeço, fé, esperança e sobre o poder do amor.
 
CuraLeitura . 2017 | Layout feito por Adália Sá e modificado por Thaiane Barbosa